As máscaras de cada um

Hoje andei de ônibus na cidade de Belo Horizonte. Algumas pessoas dentro do ônibus estavam de máscara e outras não.
Pensanso bem a respeito de um assunto que foi empurrado goela abaixo de todo mundo, vejo erros e acertos. 
Gostei muito do álcool em gel. Mesmo antes da pandemia minha esposa já portava em sua bolsa. Questão de higiene pessoal.
Agora vamos pensar juntos, um homem normal, que coça o saco ( homem faz muito isso). Coça a bunda e alguns cheiram. Cutucar meleca do nariz, não tem idade pra fazer isso. Então o álcool é bem vindo. Gostei muito de ter nos shoppings, nas entradas dos mercados e em algumas lojas, quem não quiser que não use. Mas acho sensato cada um ter a sua opção de escolha.
E vamos para a máscara. 

Imagine alguém tirar uma máscara que usa há uns 3 meses do bolso da mochila que nunca lava. Mas quando o ônibus está se aproximando do ponto a pessoa pega e coloca essa máscara na cara, cumprindo uma regra de convívio e uma regra sanitária. Concordo que para ambas a pessoa iria passar na prova. Mas realmente a máscara está sendo efetiva? Em uma população que tem sérios problemas com água encanada, esgoto, muitas pessoas morando na mesma casa.
Creio que a proteção existiria sim com uma máscara muito boa ( tipo 3M). Que realmente conseguisse filtrar o ar, e reter todas as moléculas que contém a epidemia. Seria isso possível? Creio que sim. Mas pra isso chegar na mão do consumidor com um preço acessível. Seria mais que uma novela inteira.
Aceito quem use máscara, aceito quem não usa, mas a máscara serviu mais como controle da população do que uma ajuda efetiva. 
Mas quem quiser continuar usando eu apoio a decisão individual de cada um, acho muito justo e cada um tem que cuidar da sua saúde ( em todos os sentidos).
Bora pegar outro ônibus amanhã. 

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