A lésbica no andar de cima
Todas as pessoas tem um grau de inteligência. Alguns já nascem com uma habilidade de assimilação maior que a outra pessoa. Uma pessoa nasce com uma habilidade de aprendizado maior que a outra pessoa. Algumas pessoas sabem o seu lugar no mundo assim que são colocadas nele, e outras nunca irão descobrir.
Estou assistindo uma série na Netflix. Não tenho aparelho de tv em casa. Acho um desperdício de tempo. Mas tenho o maior impacto da indústria em todos esses anos : o smartphone. Que rouba o nosso precioso tempo que estamos vivendo nessa terra. Portanto quando tenho um tempo livre vejo alguma coisa na Netflix.
Gosto de investigação e crimes. Estou assistindo no momento Midhunter.
Mindhunter é uma série de televisão norte-americana de drama policial criada por Joe Penhall, e baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit escrito por John E. Douglas e Mark Olshaker.
Tem um episódio na primeira temporada que mostra uma Dra de Universidade tendo uma primeira entrevista com os dois agentes.
A Dra é de uma renomada universidade, bonita e bastante desenvolvida intelectualmente. A sua superior em determinado momento zomba dos policiais. Entenda que nos EUA estão vivendo um momento de contra cultura. Os policiais representam o sistema. O pessoal da universidade gosta dos hippies, paz e amor. Slogans como faça amor e não faça guerra.
As duas mulheres são inteligentes. Tem um caso. São lésbicas. E gostam de menosprezar quem não teve acesso a sua prestigiada educação. Ou seja quem não leu e não estudou o que elas sabem, são de uma classe inferior. Elas determinam o saber de uma sociedade. E já nessa época estão se infiltrando também no FBI.
O que isso mostra a mim ? Que por mais íntegro que um sistema possa ser, sempre há pessoas de fora querendo entrar no sistema e o corromper de uma certa forma. Não que a Dra ache que está fazendo algo ruim. Mas está plantando uma semente que irá germinar anos depois. Com liberações e concessões a certos bandidos.
Essa série está me fazendo pensar.
Comentários