DESERTO DA CHUVA - Santhiago Roma Oliversfab
Chove na madrugada de São Paulo onde é verde
Chove na madrugada de Guarulhos
Chove em minha casa
Quando chego pertinho da janela
Ouço os pingos de chuva caindo
Infinitos pingos do céu
Infinitas lágrimas de anjos
Tento ver o seu rosto
Lembrar do seu sorriso
Peço a ajuda para lembrar
Minha memória quer se firmar
E registrar tudo que me lembra você, mas...
Chove em minha casa
Chove nas rosas do jardim
Chove em cima do meu jornal, jogado no meu quintal
Queria pintar
Poderia desenhar em um quadro
E guardar aqui no meu quarto
Naquela tela plana e sem graça
Encheria de cores e tintas
Formaria uma paisagem perfeita
E te colocaria em destaque
Um pensamento muito egoísta
Talvez vendesse pra um museu
E ficasse com a verdadeira obra
Mas e essa chuva?
Que não quer passar
Começa até molhar meu sonho
Recordando o passado
E fugindo do presente
Ignorando o futuro
Que frases são essas? Ah! Essa chuva...
Atrapalhava até os meus pensamentos
Mas não atrapalhava você!
Chove em Guarulhos
Chove no Guilherme de Almeida
Chove embaixo da minha janela
Fico vendo você andando
O seu sorriso formando
Todos vão parando e olhando
Você não é capaz de analisar a sua beleza
E agora o galo canta
Ninguém se espanta
Todos dormem melhor com a chuva
Chove em São Paulo verde
Chove na Alameda Yaya
Chove na Sanches
Levanto para fazer café
É parece que estou sonhando
Mas aqui não é um sonho é a realidade
De que adianta escrever
E tentar criar emoções
Não existe perfeição!
Existe desilusão, solidão e frustração!
Pare de sonhar!
Quero não escrever
Quero não pensar
É mais forte que o meu desejo
É uma luta entre o bem e o mal
Claro que é muito desigual
O sol vai nascendo
A realidade transparecendo
E você acha que vai conseguir alguma coisa?
Você está muito enganado
Se tranque no alto do castelo!
E só saia quando estiver controlado
Seu coração libertado
E a sua pena acalmado
Chove em São Paulo verde
Chove em Cumbica
Chove na Emilio Ribas
Chove no meu colchão... Lágrimas de uma doce ilusão...
Chove na madrugada de Guarulhos
Chove em minha casa
Quando chego pertinho da janela
Ouço os pingos de chuva caindo
Infinitos pingos do céu
Infinitas lágrimas de anjos
Tento ver o seu rosto
Lembrar do seu sorriso
Peço a ajuda para lembrar
Minha memória quer se firmar
E registrar tudo que me lembra você, mas...
Chove em minha casa
Chove nas rosas do jardim
Chove em cima do meu jornal, jogado no meu quintal
Queria pintar
Poderia desenhar em um quadro
E guardar aqui no meu quarto
Naquela tela plana e sem graça
Encheria de cores e tintas
Formaria uma paisagem perfeita
E te colocaria em destaque
Um pensamento muito egoísta
Talvez vendesse pra um museu
E ficasse com a verdadeira obra
Mas e essa chuva?
Que não quer passar
Começa até molhar meu sonho
Recordando o passado
E fugindo do presente
Ignorando o futuro
Que frases são essas? Ah! Essa chuva...
Atrapalhava até os meus pensamentos
Mas não atrapalhava você!
Chove em Guarulhos
Chove no Guilherme de Almeida
Chove embaixo da minha janela
Fico vendo você andando
O seu sorriso formando
Todos vão parando e olhando
Você não é capaz de analisar a sua beleza
E agora o galo canta
Ninguém se espanta
Todos dormem melhor com a chuva
Chove em São Paulo verde
Chove na Alameda Yaya
Chove na Sanches
Levanto para fazer café
É parece que estou sonhando
Mas aqui não é um sonho é a realidade
De que adianta escrever
E tentar criar emoções
Não existe perfeição!
Existe desilusão, solidão e frustração!
Pare de sonhar!
Quero não escrever
Quero não pensar
É mais forte que o meu desejo
É uma luta entre o bem e o mal
Claro que é muito desigual
O sol vai nascendo
A realidade transparecendo
E você acha que vai conseguir alguma coisa?
Você está muito enganado
Se tranque no alto do castelo!
E só saia quando estiver controlado
Seu coração libertado
E a sua pena acalmado
Chove em São Paulo verde
Chove em Cumbica
Chove na Emilio Ribas
Chove no meu colchão... Lágrimas de uma doce ilusão...



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